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Atividades dos novos cursos superiores do Campus Sertão do IFRS têm início

Bate-papo realizado no turno da tarde

Os cursos superiores do Campus Sertão do Instituto Federal do Rio Grande do Sul iniciaram suas atividades na segunda-feira, dia 1º. Os acadêmicos de Engenharia Agronômica e de Licenciatura em Ciências Agrícolas tiveram aula desde o início da manhã. Para os cursos noturnos de Tecnologia em Gestão Ambiental e Tecnologia em Agronegócio, o início foi às 19 horas.

 

À tarde a diretora Viviane Silva Ramos e o Diretor do Departamento de Desenvolvimento Educacional (DDE) Odirce Teixeira Antunes, junto aos coordenadores dos cursos de Engenharia Agronômica, Welington Zanini, e de Licenciatura em Ciências Agrícolas, Walter Lucca, fizeram um bate-papo com os novos alunos no auditório do Centro de Ensino Superior.

 

O mesmo aconteceu à noite, com a participação do Coordenador Geral de Ensino, Odair Spenthof, do Coordenador do Curso de Tecnologia em Gestão Ambiental Alvaro Valente Caçola, do Coordenador do Curso de Tecnologia em Agronegócio Oscar Bertoglio e de docentes dos cursos.

 

Viviane explicou a fase de transformação da instituição, citando a conquista da autonomia pedagógica com a criação dos Institutos Federais. "Temos o poder de abrir novos cursos conforme a realidade e a demanda regional", citou.

 

O crescimento do Campus, que deve chegar a 1.400 alunos até 2013, também foi apontado pela diretora. "Acima de tudo, primaremos pela qualidade. A titulação mínima dos docentes do Campus é o Mestrado. É nosso dever oferecer qualidade de ensino e é o direito de vocês (alunos)", assegurou.

 

A equipe diretiva decidiu não promover a Aula Inaugural até que as turmas não estejam completas. Somente quando encerrar a última etapa de inscrições no Sistema de Seleção Unificada (SiSU) e todos os alunos estiverem estudando, será marcada a Aula Inaugural.

 

Sobre a estrutura física, Viviane salientou que a terceirização de um restaurante e cantina já está em fase de licitação e deverá ser instalado no prédio ao lado do Centro de Ensino Superior, que está sendo reformado. A implantação de laboratórios, de um novo auditório e de uma nova biblioteca, a reforma de um prédio e a construção de um novo, com laboratórios e salas de aula, também já estão sendo projetados. Na próxima semana já haverá uma sala de cópias no Centro.

 

Além disso, citou a implantação de uma unidade do Campus na área urbana de Sertão, com a construção de um prédio em terreno doado pela Prefeitura Municipal. O asfaltamento do acesso interno que liga o Distrito de Engenheiro Luiz Englert à área urbana é outra obra que a Prefeitura que está viabilizando.

Odirce Teixeira Antunes lembrou que todos os servidores estão entusiasmados para oferecer os melhores cursos. "À medida em que o tempo passando as necessidades vão sendo sanadas. Queremos aulas de qualidade e que os alunos se sintam bem na instituição", disse.

 

No bate-papo da noite, o Coordenador Geral de Ensino, Odair Spenthof, ressaltou que os acadêmicos das primeiras turmas serão um marco na história da instituição e sempre serão lembrados.

 

Os coordenadores dos cursos falaram sobre os horários das aulas, a matriz curricular e a metodologia de ensino. Os acadêmicos puderam tirar dúvidas e fazer questionamentos durante o bate-papo.

 

 

Cursos representam a oportunidade de mudar de vida

 

Aos 47 anos, Edu Pinto tomou coragem e largou tudo em Cachoerinha, inclusive o emprego, para se dedicar ao curso de Tecnologia em Gestão Ambiental do Campus. "Já perdi muitas oportunidades por não ter estudo. Agora quero correr atrás do tempo perdido. O estudo é a chave para abrir todas as portas, para conquistar sucesso na vida", afirma.

 

O acadêmico lembrou um episódio do passado, que o marcou, quando obteve aprovação num concorrido concurso público e não pôde assumir o cargo por não ter a escolaridade exigida. "Quando eu era mais jovem, não havia tantas oportunidades de estudar. Eu estudei em colégios fracos, que não me preparam para passar numa instituição de ensino superior pública e eu era pobre, não tinha como pagar uma particular", relata.

 

Edu optou pela área ambiental porque sempre se identificou com ela. "Gosto de estar em contato com a natureza. Meu pai saiu do campo e foi para a cidade tentar a vida, eu quero fazer o caminho inverso. Quem vive no campo tem mais qualidade de vida", opina. Segundo ele, a escolha do IFRS ? Campus Sertão foi em razão de ser a instituição federal mais próxima a oferecer o curso.

 

"Ainda não sei onde vou morar, vai depender de onde conseguir emprego. Trabalho de eletricista e motorista e como a faculdade é à noite, posso trabalhar durante o dia", conta.

 

A expectativa de Edu quanto ao curso é positiva. O acadêmico já tem vários projetos em mente e pretende se especializar cada vez mais na área para promover a recuperação do meio ambiente, a reciclagem e projetos de preservação que gerem trabalho e renda para comunidades carentes.

 

Em Cachoeirinha Edu já desenvolvia um trabalho social, de resgate de crianças e adolescentes das ruas. "É um trabalho voluntário, tenho conseguido algum sucesso direcionando essas crianças novamente para o caminho da escola e de Deus", aponta.

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Início das atividades nos cursos noturnos Em busca de um futuro melhor, Edu Pinto largou a vida em Cachoeirinha para cursar Tecnologia em Gestão Ambiental no Campus Sertão

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